BIENAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA TERRAS DE TRÁS-OS-MONTES - LINHA DA TERRA | 2 OUT - 31 DEZ , VÁRIOS LOCAIS - Artecapital
A Bienal de Arte Contemporânea Terras de Trás-os-Montes - Linha da Terra, com direção artística de Inês Falcão, começa a percorrer o território transmontano nos primeiros dois dias de outubro, com a abertura de quatro exposições em Alfândega da Fé e Bragança.
Com cerca de 160 artistas, 14 exposições e 13 espaços, e sob o mote “Um território ligado pela arte”, Linha da Terra passa por Alfândega da Fé, Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor, Vimioso e Vinhais.
A abertura acontece a 1 de outubro, às 18h00, em Alfândega da Fé. “José Rodrigues - 90 anos | Na Linha da Terra”, marca o arranque da Bienal. Com curadoria de Ágata Rodrigues, a exposição abre portas na Galeria Eng. Manuel Cunha, integrada no centro cultural com o nome do escultor. A mostra, reúne também obras de Ângelo de Sousa, Armando Alves, Jorge Pinheiro e Jaime Isidoro, permitindo revisitar percursos que marcaram a arte portuguesa da segunda metade do século XX. No mesmo dia, o Lagar D’El Rei recebe “A Terra Que Nos Habita”, com curadoria de Cabral Pinto, uma exposição coletiva que explora a memória, a matéria e a transformação.
No dia 2 de outubro, a Linha da Terra chega às 18h00 a Bragança, onde o Centro Cultural Municipal Adriano Moreira recebe duas propostas expositivas, com curadoria de António Meireles e Natália Fauvrelle. A programação reúne uma exposição coletiva e uma exposição dedicada a José Paiva, com obras provenientes do Museu do Douro.
Promovida pela Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM), com direção artística de Inês Falcão, a Bienal Linha da Terra coloca em diálogo diferentes gerações da arte contemporânea, cruzando percursos, técnicas e linguagens.
Neste encontro, que reúne cerca de 160 artistas portugueses e estrangeiros, estão representados autores como Joana Vasconcelos, Álvaro Siza Vieira, Nadir Afonso, Gil Teixeira Lopes, José Rodrigues, Ângelo de Sousa, Pedro Calapez, Sofia Areal, Carlos Barreira, Norberto Jorge, Isabel Sabino, Zulmiro de Carvalho, Christine Enrègle, Anne Rudanovski, Merit Karise, Alba Cortes e José Maria Lillo, entre muitos outros.
Até ao final do ano Museus, galerias e centros culturais tornam-se pontos de encontro com a criação contemporânea, aproximando as obras das comunidades, promovendo o acesso e a fruição cultural e criando novos motivos para percorrer o território.
A Bienal conta com a participação dos nove municípios das Terras de Trás-os-Montes e tem como entidades parceiras o Museu do Abade de Baçal, o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, o Museu do Douro, a Fundação Bienal de Cerveira, a Cooperativa Árvore, a Sociedade Nacional de Belas-Artes, o Laboratório de Artes na Montanha – Graça Morais e a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.